Quem Somos

Carina Zagonel

Criativa compulsiva, enxerga um mundo colorido. Confia e acredita nas pessoas em seus dons e habilidades. Ama arquitetura e espaços para pessoas e vê sua cidade como sua casa. Vive de arte a anos, com abundância dos materiais reaproveitados. É feliz, braba, corajosa e ariana.

Albano Bernardes

Fazedor de coisas, mente criativa e com alto poder de materialização, especialista em gambiarras. Sobrevivencialista. Fazedor no Atelier de Ideias desde 2001, já viu o bastante nesse meio, mas o que gosta mesmo é de criar galinhas!

Equipe

Sidan Orafa
Bel Zanella
Paula Freitas
Mente pensante até quando dorme. Veio do Norte, é comedora de açaí com sucrílhos. Nômade digital por opção e paixão, disparou seu foguete rumo ao sul e, antes de morrer de frio, encontrou em Floripa e no Armário Coletivo força e entusiasmo para sua maior missão: dominar o mundo com notícias boas! É o que tem feito espalhando a fofoca do bem, da nova era do compartilhamento através das mídias e fotos do projeto.

Carina e Albano

COMO FUNCIONA


O Armário Coletivo é um espaço na rua que proporciona a prática de uma ideia simples de doar e receber. Você pode deixar coisas em bom estado que ainda podem ser usadas.

É um lugar para adquirir coisas sem colocar a mão no bolso. Uma oportunidade para se libertar de coisas que guardamos por anos e que sabemos que não vamos mais usar.

É um convite a compartilhar, afinal, colocar um objeto sem uso a disposição de todos, é uma incrível demonstração de amor e cuidado ao planeta e a todas as vidas nele contidas.

.....aqui vão os desenhos que estão na plaquinha guia de uso....

Carina e Albano

Espaços Públicos,...será?

O espaço público é considerado como aquele que é de uso comum e posse de todos.

Entendendo-se a cidade como local de encontros e relações, os espaços públicos apresentam, em seu ambiente, papel determinante. É neles que se desenvolvem atividades coletivas, com convívio e trocas entre os grupos diversos que compõem a heterogênea sociedade urbana. A existência do espaço público, portanto, está relacionada diretamente com a formação de uma cultura agregadora e compartilhada entre os cidadãos.(wikipédia).

Vale lembrar que quem paga essa conta somos nós, comprovando que o espaço público realmente é nosso. Temos uma cultura de achar que, o que é nosso é só o que compramos e o que é público não, assim não cuidamos, não zelamos!

Até porque não vimos nossos pais, salve os raros, plantarem, consertarem um banco na praça do bairro, pelo contrário, reclamavam que o espaço estava mal cuidado, mas sem atitude para agir ou reclamar para os órgãos competentes.

O Armário Coletivo convida você a repensar, e olhar sua cidade como sua grande casa. Se ampliarmos a visão, teremos mais oportunidades, contatos e relações.

E partindo do princípio que se cuidamos, agimos, melhoramos os espaços públicos, mostrando o que estamos fazendo, podemos pedir apoios e exigir que os órgãos cuidem também. Que tal começar a chamar esses espaços de Espaços Compartilhados, e realmente sentir a vontade de usar e cuidar, manter e agir?

Sempre que um Armário Coletivo chega na rua, tomamos o cuidado de coloca-lo em local que não atrapalhe o fluxo, nunca ficando no caminho das pessoas. E para combinar com a lindeza que é um Armário, customizamos seu entorno, arrumando bancos, plantando, deixando plaquinhas inspiradoras e deixando os espaços mais humanos e acolhedores.

Essa atitude que nosso movimento promove, prova que as praças são para pessoas e que quando tem coisas feitas por elas, aí então existe uma mudança de olhares de todos que ali passam. Inclusive das pessoas que moram nas ruas, que passam a cuidar e se sentem acolhidos pelos armários, porque... Sim... os Armários Coletivos são para todos!

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Armário Coletivo
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