• Paula Martin

Vamos fazer escolhas mais conscientes?


Já parou para pensar sobre os seus hábitos de consumo? Será mesmo que você precisa desse monte de roupas empilhadas dentro do armário ou será que nos acostumamos a colecionar peças que aos poucos perdem o significado pra gente.

Tá tudo bem. Acontece com todo mundo, o ser humano é uma “metamorfose ambulante” como já dizia Raul Seixas, e como as roupas funcionam como linguagem e comunicam coisas complexas muito rápido, quando mudamos, obviamente, nossa linguagem muda.

Então não faz sentido você ter toda a loja de jeans em casa (todos com a mesma modelagem empilhados de um jeito que você sequer consegue visualizar); não adianta ter o museu das camisetas ou 35 casacos. A maioria das pessoas não usa nem 20% do armário (para não dizer 10%)


Para começar a pensar em melhores formas de coordenar suas roupas e montar looks mais legais, você precisa primeiro OLHAR PRO SEU ARMARIO e não sair trocando tudo.

Então vamos olhar pra dentro e ver o que não cabe mais dentro das nossas vidas, mas que podem ser muito úteis na vida de outras pessoas?


É preciso se organizar pensar realmente se as peças que você tem te servem. Não serve mais? Já usou bastante, já foi feliz com a peça, talvez seja hora dela fazer outra pessoa ser feliz. Nós somos seres com corpos flutuantes e nossos corpos mudam (e tá tudo certo).



Segundo, se você estivesse na loja, compraria essa peça novamente?


Essa peça ainda faz sentido pro meu estilo? Pra minha vida? É preciso entender porque gostamos das peças que temos, porque temos certos itens e porque não temos outros.


Outra coisa: quantas peças (iguais) você precisa ter?


Você tem peças encostadas apenas por precisarem de pequenos ajustes ou reparos? Então mãos a obra! É hora de separar tudo: o que fica na sua vida, o que vai pra sua costureira deusa (sim, elas fazem milagres, e vai ter post sobre isso!)


As peças que não cabem mais na sua vida ou no seu estilo podem ser compartilhadas e podem ser peças-chave no guarda-roupa de outras pessoas.

Precisamos aprender a guardar nosso armário para as peças que amamos, claro que é só com treino, testando combinações, errando e acertando que descobrimos coordenações interessantes.


Teste o que você tem em casa, explore suas roupas – mas desapegue do que não cabe mais no seu estilo de vida. Entender o que você gosta é o passo inicial para fazer escolhas mais conscientes e parar de usar comprar por impulso, para preencher vazios.


As pessoas compram quando estão tristes, felizes, não lembram de anotar o que sentem falta quando se vestem.



Vivemos vidas vazias e preenchemos essas lacunas com coisas que acreditamos poder preencher esses espaços vazios, o resultado é catastrófico: não apenas gastamos mais dinheiro do que gostaríamos como também enchemos nossas vidas de coisas que não precisamos.


Perdemos tempo, dinheiro e saúde acumulando coisas que não precisamos acreditando ser o caminho da felicidade.


Vamos viver mais as nossas vidas e deixar um pouco mais as coisas de lado, porque como já percebemos, não são elas que nos deixam felizes, elas são o nosso figurino, e tá tudo bem ter roupas legais, e se vestir com peças que amamos, mas não é legal acumular coisas achando que isso definirá sua felicidade.

Não

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